"Quando a noite é tão longa
Porque não há nenhuma garantia que a vida é fácil"
(Miley Cyrus - When I Look At You)
- Narração de Justin ...
Agora a Debby vai perceber com quem está mexendo, estou pronto para zoação. Nunca levei tudo á serio e nunca vou levar e não vai ser ela que vai me dar lição de moral sobre a vida. Eu fui até o banco retirar uma boa quantia em dinheiro que sempre guardei, nem mesmo Scott sabia sobre isso, guardei isso com a ajuda do meu avô que sempre me aconselhou a guardar algo caso emergência, e é, ele tinha razão. Peguei o dinheiro e peguei meu celular e liguei para Debby, simulei a voz falhada e triste para assustá-la
Justin: Por fa...vor, me ajude. Já sabem que eu sou o Bieber e agora eles querem dinheiro, por favor Debby não dê nada á eles.
Debby: Seu idiota, é claro que vou dar dinheiro, sua vida vale mais do que isso. Me diga onde está?
Justin: Não, eu ...
Desliguei o telefone, a voz desesperada que chegava a gaguejar e eu apenas segurava minhas risadas para que ela não percebesse meu plano maligno.
- Narração de Debby ...
Literalmente ferrada, eu não deveria ter deixada aquele moleque irresponsável e idiota ter saído daqui, como eu pude confiar na sobriedade dele? Quer dizer, ele nunca esteve sóbrio, já é um drogado naturalmente e sem fazer nenhum esforço. Não poderia ligar para Cindy, cara, eu perderia meu emprego no primeiro dia e a polícia não ia fazer muito por mim o jeito foi vasculhar a cidade, corri em direção a porta, e ela estava trancada ... Estranho, eu não me lembro de ter feito isso e lembro de ter deixado a chave logo em cima do balcão, ou mesa? Estava literalmente confusa, procurei em baixo das almofadas do sofá, banheiro, quarto, até na casinho do cachorro da moradora anterior que não levou aquela casinha que fede a cachorro molhado, mas que inferno onde estava esse adorável objeto que me permitiria ir atrás daquele mané? Liguei para recepção, fui atendida pelo “Dinho” é assim que chamam ele por trabalhar ali a muito tempo e pedindo uma chave ou um chaveiro para me ajudar.
Debby: Dinho, você pode me ajudar?
Dinho: Fala meu anjo
Debby: Não consigo abrir minha porta, pode me dar um chave?
Dinho: Qual o corredor mesmo?
Debby: 7A
Dinho: Sinto muito, não está disponível novas cópias para esse corredor.
Debby: Pode então chamar um chaveiro?
Dinho: Ele saiu e só volta daqui a 3 horas.
Debby: Pé de cabra?
Dinho: Tá enferrujado.
Debby: Isso só pode ser zoação.
Dinho: Hã?
Debby: Pode me emprestar um martelo?
Dinho: Tá com o encanador.
Debby: Serra elétrica então?
Dinho: A serra quebrou quando tentamos serrar uma porta. Não estamos em condições de serrar outra. Debby: Um clipe? Por favor, um clipe de folha, aqueles de estudante!
Dinho: Eu usei o ultimo para abrir o diário de uma menininha que perdeu a chave.
Debby: Você usou o ultimo clipe para abrir um diário de uma criança? Como assim? Esses clipes são para os documentos.
Dinho: Ai Debby, você não tem sentimentos?
Eu simplesmente desliguei meu celular para não xingar o atendente, pombas, como ele pode ser tão inútil? Estava tendo um colapso nervoso, odeio lugares muito fechados e ainda mais quando eu não posso sair e pior ainda, tenho uma emergência. Comecei a procurar coisas para abrir aquela maçaneta da porta e a acabei usando a pé de uma cadeira até quebrar a porta, desci correndo e ... cadê o carro? Como eu ia procurar o Justin agora, voltei para dentro e coloquei as mãos em cima da mesa de Dinho, afastando os papéis para que ele voltasse sua atenção somente para mim.
Debby: Vê se serve para alguma coisa, pelo menos uma vez. Preste bem atenção, por que eu só vou perguntar uma vez. Você viu um menino loiro, de olhos azuis e uma blusa vermelha passar por aqui? Pense. Dinho: O dono do prédio! Ele está querendo construir uma padaria para que os moradores não precisem sair. Peguei ela pela blusa e aproximei de mim.
Debby: Se eu quisesse saber sobre o dono do prédio. Eu perguntava usando o nome dele, por que foi ele que me vendeu.
Dinho: Você sabe que eu não posso falar sobre isso. As políticas de privacidade!
Debby: O problema é que o menino de olhos azuis, mora no meu apartamento. Então eu decido a privacidade ele! Fala!
Dinho: O quanto você vai pagar?
Debby: Nada, no mínimo vou te poupar um soco na cara.
Dinho: Hmmmm, tô sabendo que vocês estão namorando.
Debby: Quem disse isso?
Dinho: Ele mesmo.
Debby: Ele mesmo é um idiota.
- Narração de Justin ...
Já eram quase sete da noite, já era hora de chegar em casa e assustar ela mais ainda, essa seria a parte mais dolorida pra mim mas ver o rosto de desespero dela seria a melhor parte que faria todo meu sacrifício valer a pena. Esperei aquele bem feio sabe? Aquele cara enorme, com a barba que não faz a uns 300 anos e fedendo a bebida, quando ele passou coloquei o pé na frente e ele caiu no chão mas logo levantou: Homem: O que é mano? Cuidado onde põe seu pé.
Justin: Coloco meu pé no chão e você?
Homem: Isso foi uma irônica.
Justin: É difícil entender? Precisa de um desenho.
Homem: Tem gente que pede pra levar porrada né?
Justin: Vai ficar só falando ou vai fazer alguma coisa?
Agora entendi a expressão “vendo estrelinhas”, o soco que levei me fez ver estrelinhas biscoitos, elefantes e cadeiras voando na minha frente, acabei caindo em cima de uma mesa e acabei fazendo alguns cortes mas nada profundo. Eu entrei no carro e voltei para o apartamento da Debby, eu abri a porta e percebi que a fechadura estava toda quebrada e ela estava no sofá sentada e eu cheguei, simulando a mais linda cena do mundo.
Justin: Olá.
Debby: Justin, você é doido é?
Justin: Debby estavam me esperando lá fora, eu não tinha mais o que fazer.
Debby: O que aconteceu?
Justin: Um grupo estavam com uma arma, sei lá, eu não verifiquei né? Só me mandaram entrar no meu carro para não desconfiarem e pediram dinheiro. Elas sabiam que eu era o Justin Bieber.
Debby: E você deu o dinheiro?
Justin: Não, eu briguei e fugi.
Agora a Debby vai perceber com quem está mexendo, estou pronto para zoação. Nunca levei tudo á serio e nunca vou levar e não vai ser ela que vai me dar lição de moral sobre a vida. Eu fui até o banco retirar uma boa quantia em dinheiro que sempre guardei, nem mesmo Scott sabia sobre isso, guardei isso com a ajuda do meu avô que sempre me aconselhou a guardar algo caso emergência, e é, ele tinha razão. Peguei o dinheiro e peguei meu celular e liguei para Debby, simulei a voz falhada e triste para assustá-la
Justin: Por fa...vor, me ajude. Já sabem que eu sou o Bieber e agora eles querem dinheiro, por favor Debby não dê nada á eles.
Debby: Seu idiota, é claro que vou dar dinheiro, sua vida vale mais do que isso. Me diga onde está?
Justin: Não, eu ...
Desliguei o telefone, a voz desesperada que chegava a gaguejar e eu apenas segurava minhas risadas para que ela não percebesse meu plano maligno.
- Narração de Debby ...
Literalmente ferrada, eu não deveria ter deixada aquele moleque irresponsável e idiota ter saído daqui, como eu pude confiar na sobriedade dele? Quer dizer, ele nunca esteve sóbrio, já é um drogado naturalmente e sem fazer nenhum esforço. Não poderia ligar para Cindy, cara, eu perderia meu emprego no primeiro dia e a polícia não ia fazer muito por mim o jeito foi vasculhar a cidade, corri em direção a porta, e ela estava trancada ... Estranho, eu não me lembro de ter feito isso e lembro de ter deixado a chave logo em cima do balcão, ou mesa? Estava literalmente confusa, procurei em baixo das almofadas do sofá, banheiro, quarto, até na casinho do cachorro da moradora anterior que não levou aquela casinha que fede a cachorro molhado, mas que inferno onde estava esse adorável objeto que me permitiria ir atrás daquele mané? Liguei para recepção, fui atendida pelo “Dinho” é assim que chamam ele por trabalhar ali a muito tempo e pedindo uma chave ou um chaveiro para me ajudar.
Debby: Dinho, você pode me ajudar?
Dinho: Fala meu anjo
Debby: Não consigo abrir minha porta, pode me dar um chave?
Dinho: Qual o corredor mesmo?
Debby: 7A
Dinho: Sinto muito, não está disponível novas cópias para esse corredor.
Debby: Pode então chamar um chaveiro?
Dinho: Ele saiu e só volta daqui a 3 horas.
Debby: Pé de cabra?
Dinho: Tá enferrujado.
Debby: Isso só pode ser zoação.
Dinho: Hã?
Debby: Pode me emprestar um martelo?
Dinho: Tá com o encanador.
Debby: Serra elétrica então?
Dinho: A serra quebrou quando tentamos serrar uma porta. Não estamos em condições de serrar outra. Debby: Um clipe? Por favor, um clipe de folha, aqueles de estudante!
Dinho: Eu usei o ultimo para abrir o diário de uma menininha que perdeu a chave.
Debby: Você usou o ultimo clipe para abrir um diário de uma criança? Como assim? Esses clipes são para os documentos.
Dinho: Ai Debby, você não tem sentimentos?
Eu simplesmente desliguei meu celular para não xingar o atendente, pombas, como ele pode ser tão inútil? Estava tendo um colapso nervoso, odeio lugares muito fechados e ainda mais quando eu não posso sair e pior ainda, tenho uma emergência. Comecei a procurar coisas para abrir aquela maçaneta da porta e a acabei usando a pé de uma cadeira até quebrar a porta, desci correndo e ... cadê o carro? Como eu ia procurar o Justin agora, voltei para dentro e coloquei as mãos em cima da mesa de Dinho, afastando os papéis para que ele voltasse sua atenção somente para mim.
Debby: Vê se serve para alguma coisa, pelo menos uma vez. Preste bem atenção, por que eu só vou perguntar uma vez. Você viu um menino loiro, de olhos azuis e uma blusa vermelha passar por aqui? Pense. Dinho: O dono do prédio! Ele está querendo construir uma padaria para que os moradores não precisem sair. Peguei ela pela blusa e aproximei de mim.
Debby: Se eu quisesse saber sobre o dono do prédio. Eu perguntava usando o nome dele, por que foi ele que me vendeu.
Dinho: Você sabe que eu não posso falar sobre isso. As políticas de privacidade!
Debby: O problema é que o menino de olhos azuis, mora no meu apartamento. Então eu decido a privacidade ele! Fala!
Dinho: O quanto você vai pagar?
Debby: Nada, no mínimo vou te poupar um soco na cara.
Dinho: Hmmmm, tô sabendo que vocês estão namorando.
Debby: Quem disse isso?
Dinho: Ele mesmo.
Debby: Ele mesmo é um idiota.
- Narração de Justin ...
Já eram quase sete da noite, já era hora de chegar em casa e assustar ela mais ainda, essa seria a parte mais dolorida pra mim mas ver o rosto de desespero dela seria a melhor parte que faria todo meu sacrifício valer a pena. Esperei aquele bem feio sabe? Aquele cara enorme, com a barba que não faz a uns 300 anos e fedendo a bebida, quando ele passou coloquei o pé na frente e ele caiu no chão mas logo levantou: Homem: O que é mano? Cuidado onde põe seu pé.
Justin: Coloco meu pé no chão e você?
Homem: Isso foi uma irônica.
Justin: É difícil entender? Precisa de um desenho.
Homem: Tem gente que pede pra levar porrada né?
Justin: Vai ficar só falando ou vai fazer alguma coisa?
Agora entendi a expressão “vendo estrelinhas”, o soco que levei me fez ver estrelinhas biscoitos, elefantes e cadeiras voando na minha frente, acabei caindo em cima de uma mesa e acabei fazendo alguns cortes mas nada profundo. Eu entrei no carro e voltei para o apartamento da Debby, eu abri a porta e percebi que a fechadura estava toda quebrada e ela estava no sofá sentada e eu cheguei, simulando a mais linda cena do mundo.
Justin: Olá.
Debby: Justin, você é doido é?
Justin: Debby estavam me esperando lá fora, eu não tinha mais o que fazer.
Debby: O que aconteceu?
Justin: Um grupo estavam com uma arma, sei lá, eu não verifiquei né? Só me mandaram entrar no meu carro para não desconfiarem e pediram dinheiro. Elas sabiam que eu era o Justin Bieber.
Debby: E você deu o dinheiro?
Justin: Não, eu briguei e fugi.
Ela virou de costas, abaixou perto de um armário e peguei uma maleta de primeiro socorros e me entregou:
Debby: Dessa vez você errou Justin Bieber, da próxima vez tente falar olhando nos olhos.
[ ... ]
Debby: Dessa vez você errou Justin Bieber, da próxima vez tente falar olhando nos olhos.
[ ... ]
“Como ela me fez sentir tão mau? Não Justin Bieber, não você. Já faz quanto tempo que você não se sente assim? Que saco!” Eu falava comigo mesmo enquanto fazia meus próprios curativos nos meus cortes que já estavam super doloridos por não ter cuidado antes, estava sendo guiado apenas pela fraca luz do abajur, após alguns minutos uma forte luz surgiu na minha frente.
Justin: Debby?
Justin: Debby?
- Narração de Debby ...
Debby: Boa madrugada.
Justin: É.
Debby: Não consegue dormir?
Justin: Que isso, por que eu não conseguiria dormir? Tô aqui né com uma garota, ela ta sozinha e não tem tranca na porta.
Debby: Seu orgulho é pior que o meu né? Por que você não assume logo que fez merda e não tem como acertar.
Justin: Não fiz merda e não preciso acertar nada.
Debby: Não vou insistir, se não quer admitir o problema é seu.
Justin: Ah fala sério, você também é orgulhosa... Volta pra cama.
Debby: Você é impressionante né? Acha que pode dominar qualquer pessoa.
Justin: Volta para cama e não quero discutir com ninguém.
Comecei a falar e falar, e reclamar de todas as atitudes idiotas dele naquele dia, eu devo ter falado por pelo menos 15 minutos e a única coisa que dava para ouvir é minha própria voz no silêncio da madrugada, ele se levantou com o cabelo todo bagunçado, sem blusa, o zíper da calça aberta e o cordão estava ao contrário, o pingente estava nas costas. Ele segurou meus braços e me empurrou para parede. Confesso que senti medo ou fiquei surpresa, eu não sei, senti algo estranho .
Justin: Por favor, para com isso.
Debby: Por que disse para o Dinho que somos namorados? Isso é ridiculo e impossível.
Justin: Quem é Dinho?
Debby: O atendente que você provavelmente pagou para fazer aquele papel ridiculo.
Justin: Por que efoi a primeira ideia que eu tive na minha cabeça ou pensa que eu sinto algo por você?
Debby: Não seja idiota. Eu só que não quero que as pessoas pensem mal de mim.
Justin: Por que pensariam mal de você?
Debby: Por que uma garota inteligente como eu não namoraria um retardado com você.
Continua ...

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