"Com os sentimentos misturados loucos e selvagens
Às vezes eu quero gritar bem alto"
Às vezes eu quero gritar bem alto"
(Avril Lavigne - Mobile)
- Narração de Justin ...
Eu acho que minha vida se transformou numa grande droga, e eu não sou capaz de admitir isso para mim mesmo e não vai ser agora que eu vou começar a me redimir mentalmente, não sou do tipo que fica arrependido do que faz e não vai ser pela Debby que eu vou fazer isso.
- Narração de Debby ...
Cheguei em casa, e me joguei em cima do sofá e não consigo entender por que eu pensei nele o caminho todo, talvez eu esteja preocupada pelo fato de deixar o retardado sozinho com as loucuras dele mas sei lá, ou isso me parece uma desculpa idiota da meus próprios pensamentos para esconder algo, talvez um pouco, só um pouquinho de afeto que estava começando a sentir por ele.
Fiz o que eu faço sempre quando me sinto triste, usar o telefone e conversar com meus amigos para distrair um pouco e não focar só nos pensamentos ruins. Peguei meu telefone e liguei para Maddie, estava com tantas saudades dela.
Maddie: Alô?
Debby: Maaaaaaaaaaaddie!
Maddie: Debby, é claro.
Debby: Estou morrendo de saudades de você!
Maddie: O que aconteceu com você?
Debby: Que? Nada! Eu só estava com saudades.
Maddie: Não, você não está bem.
Debby: Como assim? De onde tirou essa conclusão?
Maddie: Seu grito no inicio da ligação, teve um tom diferente. Você não tá bem.
Debby: Nossa, percebeu o tom do meu grito?
Maddie: Isso mesmo mas não muda de assunto, o que houve?
Debby: Eu desisti do meu trabalho e estou sem um agora.
Maddie: Isso nós podemos dar um jeito, é só implorar para voltar pra lanchonete lá, e dizer que estava doente a chefe é chata mas provavelmente te daria o emprego de volta por que já faz um bom tempo que você trabalha lá e todo mundo já te conhece. Tem certeza que é esse o problema?
Debby: Será que eu não consigo te esconder nada mesmo?
Maddie: Não. Pode começar a falar.
Debby: O Justin Bieber, ele é um idiota. Eu já achava isso vendo ele na TV e agora eu tenho certeza. Maddie: Hã? O que ele te fez?
Debby: Ele é um grosso, ignorante e idiota e é isso que ele faz sempre, parece um cavalo dando patadas a cada palavra que eu digo e até mesmo quando eu tendo ser legal, admito que no inicio não o tratei bem mas depois cara, eu tentei ser legal já que estava trabalhando com ele.
Maddie: Por favor né Debby? Tudo bem que você trata com educação alguém não gosta se a pessoa for legal contigo mas desde quando você trata bem alguém que não gosta quando ela te trata mal?
Debby: Sei lá.
Maddie: Não, você não pode achar Justin Bieber legal. Se liga, você é pobre e quase se mata para conseguir se manter nos Estados Unidos e ele é o cantor canadense pop, com milhões de fãs. O garoto seca o rosto com dinheiro. Você não pode sentir nem carinho por ele. Vocês não podem nem ser amigos, essa não é sua realidade.
Debby: Ele tem algo, que eu não sei explicar.
Maddie: Debby ele pode ser a melhor pessoa do mundo, tudo bem que eu não sei nada sobre ele e também nunca procurei saber a história mas ele é poderoso e influente e você não. É tudo tão complicado.
Debby: Não gosto de admitir isso... Você tem razão.
Maddie: Ah sua orgulhoso, nada de errado em admitir isso mas então? Até amanha na facul?
Debby: Até, claro e obrigada por me ouvir.
Maddie: Aff!! Você sabe que eu sempre estarei do seu lado. Até. Beijos.
Desliguei o celular e fui tomar um banho, deixei a agua gelada cair no meu corpo fazendo me arrepiar de frio. Droga, Maddie sempre me fazia acordar para realidade e perceber o que estava acontecendo; não tinha pensado dessa forma e não tinha percebido que ele é o Justin Bieber e mesmo com uma identidade falsa e com a maior parte das pessoas achando que ele era uma outra pessoa, eu sabia da verdade e sabia que logo ele voltaria o “normal” dele, a fama, os fãs, os shows, a falta de tempo e eu ia voltar a ao “meu normal”.
- Narração de Justin ...
Eu estava me sentindo um abestalhado deprimido, sabe? Eu não sei por que a Debby não sai da minha mente. Fiquei vendo TV e comendo besteiras até chegar a noite e sim, eu tinha drogas em casa que Vanessa tinha me dado na noite anterior mas não usei nenhuma delas, eu queria ficar sóbrio até a noite para fazer o que quiser.
Eu acho que minha vida se transformou numa grande droga, e eu não sou capaz de admitir isso para mim mesmo e não vai ser agora que eu vou começar a me redimir mentalmente, não sou do tipo que fica arrependido do que faz e não vai ser pela Debby que eu vou fazer isso.
- Narração de Debby ...
Cheguei em casa, e me joguei em cima do sofá e não consigo entender por que eu pensei nele o caminho todo, talvez eu esteja preocupada pelo fato de deixar o retardado sozinho com as loucuras dele mas sei lá, ou isso me parece uma desculpa idiota da meus próprios pensamentos para esconder algo, talvez um pouco, só um pouquinho de afeto que estava começando a sentir por ele.
Fiz o que eu faço sempre quando me sinto triste, usar o telefone e conversar com meus amigos para distrair um pouco e não focar só nos pensamentos ruins. Peguei meu telefone e liguei para Maddie, estava com tantas saudades dela.
[♫ - Telefone]
Maddie: Alô?
Debby: Maaaaaaaaaaaddie!
Maddie: Debby, é claro.
Debby: Estou morrendo de saudades de você!
Maddie: O que aconteceu com você?
Debby: Que? Nada! Eu só estava com saudades.
Maddie: Não, você não está bem.
Debby: Como assim? De onde tirou essa conclusão?
Maddie: Seu grito no inicio da ligação, teve um tom diferente. Você não tá bem.
Debby: Nossa, percebeu o tom do meu grito?
Maddie: Isso mesmo mas não muda de assunto, o que houve?
Debby: Eu desisti do meu trabalho e estou sem um agora.
Maddie: Isso nós podemos dar um jeito, é só implorar para voltar pra lanchonete lá, e dizer que estava doente a chefe é chata mas provavelmente te daria o emprego de volta por que já faz um bom tempo que você trabalha lá e todo mundo já te conhece. Tem certeza que é esse o problema?
Debby: Será que eu não consigo te esconder nada mesmo?
Maddie: Não. Pode começar a falar.
Debby: O Justin Bieber, ele é um idiota. Eu já achava isso vendo ele na TV e agora eu tenho certeza. Maddie: Hã? O que ele te fez?
Debby: Ele é um grosso, ignorante e idiota e é isso que ele faz sempre, parece um cavalo dando patadas a cada palavra que eu digo e até mesmo quando eu tendo ser legal, admito que no inicio não o tratei bem mas depois cara, eu tentei ser legal já que estava trabalhando com ele.
Maddie: Por favor né Debby? Tudo bem que você trata com educação alguém não gosta se a pessoa for legal contigo mas desde quando você trata bem alguém que não gosta quando ela te trata mal?
Debby: Sei lá.
Maddie: Não, você não pode achar Justin Bieber legal. Se liga, você é pobre e quase se mata para conseguir se manter nos Estados Unidos e ele é o cantor canadense pop, com milhões de fãs. O garoto seca o rosto com dinheiro. Você não pode sentir nem carinho por ele. Vocês não podem nem ser amigos, essa não é sua realidade.
Debby: Ele tem algo, que eu não sei explicar.
Maddie: Debby ele pode ser a melhor pessoa do mundo, tudo bem que eu não sei nada sobre ele e também nunca procurei saber a história mas ele é poderoso e influente e você não. É tudo tão complicado.
Debby: Não gosto de admitir isso... Você tem razão.
Maddie: Ah sua orgulhoso, nada de errado em admitir isso mas então? Até amanha na facul?
Debby: Até, claro e obrigada por me ouvir.
Maddie: Aff!! Você sabe que eu sempre estarei do seu lado. Até. Beijos.
Desliguei o celular e fui tomar um banho, deixei a agua gelada cair no meu corpo fazendo me arrepiar de frio. Droga, Maddie sempre me fazia acordar para realidade e perceber o que estava acontecendo; não tinha pensado dessa forma e não tinha percebido que ele é o Justin Bieber e mesmo com uma identidade falsa e com a maior parte das pessoas achando que ele era uma outra pessoa, eu sabia da verdade e sabia que logo ele voltaria o “normal” dele, a fama, os fãs, os shows, a falta de tempo e eu ia voltar a ao “meu normal”.
- Narração de Justin ...
Eu estava me sentindo um abestalhado deprimido, sabe? Eu não sei por que a Debby não sai da minha mente. Fiquei vendo TV e comendo besteiras até chegar a noite e sim, eu tinha drogas em casa que Vanessa tinha me dado na noite anterior mas não usei nenhuma delas, eu queria ficar sóbrio até a noite para fazer o que quiser.
[ ... ]
Tomei banho e me arrumei, coloquei uma jaqueta preta e uma calça preta também, meu perfume e sequei o cabelo e o deixei meio bagunçado por que esse era o estilo da galera. Logo Vanessa estava na minha porta, ela era linda e gostosa também mas nada comparado a menina que vinha logo atrás, a Emily que estava com vestido curto e vermelho, fiquei louco e em segundo e subiu um calor por dentro do meu corpo, ela me deu um beijo no rosto e deu um mordidinha no meu pescoço e segurou minha mão.
Saímos para festa, dessa vez foi na casa do Mike, essas festas “particulares” bombavam, tinha muitas garotas, muita bebida e drogas para quem estivesse afim e claro, Vanessa se sentou ao meu lado mas eu olhava fixamente para Emily dançar.
Vanessa: Gostou da surpresa?
Justin: Mas é claro.
Vanessa: Eu sei, todos gostam dela.
Justin: Por que você me agrada tanto? É assim com todo novo membro da galera?
Vanessa: Não, nem com todos, só com os especiais.
Justin: Especial? Como assim?
Vanessa: Tem gente que tem o dom sabe? Você tem, fala pouco e tem atitude mas enfim, tá afim de cheirar? Quer viajar para lua?
“Quer viajar para o hospital também?” Pensei comigo, lembrando que a Debby fala sempre que eu posso acabar tendo um overdose por brincar com drogas mas eu não importo com isso e tinha que parar de pensar nela.
É uma questão de segundos para seu mundo viajar, dependendo de quanto você usa e a graça e espontaneidade saem naturalmente de você, sua animação aumenta e seu corpo enlouquece, é estranho, é divertido e é suicídio também.
Estava rindo tanto, tudo parecia ter mais graça, peguei meu copo e dei a ultima golada na bebida que nem sabia mais o que e nem sabia se aquele era mesmo o meu copo, fui até a pista de dança e puxei Emily ao encontro do meu corpo, e a beijei.
Justin: Quer conhecer a minha casa?
Emily: E o que eu mais quero.
Ela é vadia mas era o que eu quero essa noite, eu quero me desapegar de tudo que me faz mal essa noite. Levei ela para meu carro, tive dificuldade em encontrar meu carro na rua, minha cabeça estava estranha, mas mesmo assim dirigi com sorte por não ter esbarrado na policia.
Cheguei em casa doido com Emily, fui levando ela até o quarto que era da Debby aos beijos, não ia transar com aquela vadia no meu quarto, não mesmo, me deitei em cima dela e fui tirando aquele o vestido ou pedaço de pano, por que era muito pequeno e tive certeza de quão gostosa ela era e sorri. Ela tirou o cinto da minha calça e nos viramos e agora ficou em cima de mim. Eu senti, senti o cheiro da Debby naquele quarto o travesseiro tinha o cheiro dela, o quarto inteiro cheirava ao perfume dela ... que droga, tinha uma mulher gostosa em cima de mim e eu estava pensando na Debby e desejando ela. O que está acontecendo comigo? Merda! Empurrei Emily e levantei.
Emily: O que foi?
Justin: Nada.
Emily: Que foi? Tesão passou? Não me achou bonita?
Justin: Não Emily, não tem nada de errado com você.
Emily: Então o que você quer que eu faça.
Justin: Quer mesmo saber?
Emily: Sim. Justin: Cala a boca, pega suas coisas e vai embora.
E mais uma vez o idiota drogado estava com dificuldade em encontrar seu carro na rua, eu já tinha esquecido onde coloquei e minha mente estava mais lerda, dei a partida e fui ...
Fui atrás da Debby, estacionei muito mal quase no meio da rua e nem fechei os vidros do carro, apenas sai e corri até o apartamento dela, bati e chutei a porta dela e chamei pelo nome dela e provavelmente ela não reconheceu minha voz, ela já estava rouca.
- Narração de Debby ...
Um cavalo talvez ou um hipopótamo do outro lado da minha porta? Se quebrar minha porta era a intenção, ele já estava quase tentando fazer isso. Abri a porta já reclamando com quem quer que fosse mas apenas senti minha boca se calar com outros lábios tocarem no meu enquanto suas mãos firmes seguravam meu braço com força, tão calmo, podia sentir sua língua lentamente de mover e explorando minha boca, acabei me entregando e me deixei levar pelo beijo envolvente mas recuei e o empurrei.
Debby: O que você está fazendo?
Tomei banho e me arrumei, coloquei uma jaqueta preta e uma calça preta também, meu perfume e sequei o cabelo e o deixei meio bagunçado por que esse era o estilo da galera. Logo Vanessa estava na minha porta, ela era linda e gostosa também mas nada comparado a menina que vinha logo atrás, a Emily que estava com vestido curto e vermelho, fiquei louco e em segundo e subiu um calor por dentro do meu corpo, ela me deu um beijo no rosto e deu um mordidinha no meu pescoço e segurou minha mão.
Saímos para festa, dessa vez foi na casa do Mike, essas festas “particulares” bombavam, tinha muitas garotas, muita bebida e drogas para quem estivesse afim e claro, Vanessa se sentou ao meu lado mas eu olhava fixamente para Emily dançar.
Vanessa: Gostou da surpresa?
Justin: Mas é claro.
Vanessa: Eu sei, todos gostam dela.
Justin: Por que você me agrada tanto? É assim com todo novo membro da galera?
Vanessa: Não, nem com todos, só com os especiais.
Justin: Especial? Como assim?
Vanessa: Tem gente que tem o dom sabe? Você tem, fala pouco e tem atitude mas enfim, tá afim de cheirar? Quer viajar para lua?
“Quer viajar para o hospital também?” Pensei comigo, lembrando que a Debby fala sempre que eu posso acabar tendo um overdose por brincar com drogas mas eu não importo com isso e tinha que parar de pensar nela.
É uma questão de segundos para seu mundo viajar, dependendo de quanto você usa e a graça e espontaneidade saem naturalmente de você, sua animação aumenta e seu corpo enlouquece, é estranho, é divertido e é suicídio também.
Estava rindo tanto, tudo parecia ter mais graça, peguei meu copo e dei a ultima golada na bebida que nem sabia mais o que e nem sabia se aquele era mesmo o meu copo, fui até a pista de dança e puxei Emily ao encontro do meu corpo, e a beijei.
Justin: Quer conhecer a minha casa?
Emily: E o que eu mais quero.
Ela é vadia mas era o que eu quero essa noite, eu quero me desapegar de tudo que me faz mal essa noite. Levei ela para meu carro, tive dificuldade em encontrar meu carro na rua, minha cabeça estava estranha, mas mesmo assim dirigi com sorte por não ter esbarrado na policia.
Cheguei em casa doido com Emily, fui levando ela até o quarto que era da Debby aos beijos, não ia transar com aquela vadia no meu quarto, não mesmo, me deitei em cima dela e fui tirando aquele o vestido ou pedaço de pano, por que era muito pequeno e tive certeza de quão gostosa ela era e sorri. Ela tirou o cinto da minha calça e nos viramos e agora ficou em cima de mim. Eu senti, senti o cheiro da Debby naquele quarto o travesseiro tinha o cheiro dela, o quarto inteiro cheirava ao perfume dela ... que droga, tinha uma mulher gostosa em cima de mim e eu estava pensando na Debby e desejando ela. O que está acontecendo comigo? Merda! Empurrei Emily e levantei.
Emily: O que foi?
Justin: Nada.
Emily: Que foi? Tesão passou? Não me achou bonita?
Justin: Não Emily, não tem nada de errado com você.
Emily: Então o que você quer que eu faça.
Justin: Quer mesmo saber?
Emily: Sim. Justin: Cala a boca, pega suas coisas e vai embora.
E mais uma vez o idiota drogado estava com dificuldade em encontrar seu carro na rua, eu já tinha esquecido onde coloquei e minha mente estava mais lerda, dei a partida e fui ...
Fui atrás da Debby, estacionei muito mal quase no meio da rua e nem fechei os vidros do carro, apenas sai e corri até o apartamento dela, bati e chutei a porta dela e chamei pelo nome dela e provavelmente ela não reconheceu minha voz, ela já estava rouca.
- Narração de Debby ...
Um cavalo talvez ou um hipopótamo do outro lado da minha porta? Se quebrar minha porta era a intenção, ele já estava quase tentando fazer isso. Abri a porta já reclamando com quem quer que fosse mas apenas senti minha boca se calar com outros lábios tocarem no meu enquanto suas mãos firmes seguravam meu braço com força, tão calmo, podia sentir sua língua lentamente de mover e explorando minha boca, acabei me entregando e me deixei levar pelo beijo envolvente mas recuei e o empurrei.
Debby: O que você está fazendo?
Continua ...

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